Em uma entrevista com o Good Morning America, durante a D23, o
ator Paul Bettany foi questionado se o personagem Visão estará envolvido em
problemas por causa da joia da mente que está em sua testa e sobre toda a
situação envolvendo Thanos e a procura do mesmo pelas joias do infinito. “Será
mesmo?”, continuou o ator, “Quem sabe? A gente não sabe. Isso será respondido
quando as pessoas verem o filme”. Além disso, a atriz Elizabeth Olsen, que
interpretada a personagem Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate desde sua
introdução ao Universo Cinematográfico Marvel durante a cena pós-crédito de
Capitão América: O Soldado Invernal, explicou que sua personagem não irá
guardar nenhum rancor de nenhum colega Vingador, apesar dos eventos trágicos
que aconteceram em Capitão América: Guerra Civil: “Eu acho que ela já enterrou
isso (...) depois de Guerra Civil”.
segunda-feira, 17 de julho de 2017
The Vampire Diaries - 1ª à 8ª Temporada (Crítica)
"The Vampire Diaries" e/ou "Os Diários de um Vampiro", em tradução livre, baseado em livros do mesmo nome escritos pela autora L.J. Smith, estreou nas televisões norte-americanas, através do canal The CW, um ano após o lançamento do primeiro filme da franquia Crepúsculo (Também baseado em livros relacionados a mitologia sobre vampiros e lobisomens), com a forte presença de uma sensação de oportunismo, mas, o material que foi entregue aos fãs desta rica de mitologia de seres sobrenaturais foi um fator decisivo para tornar a série única e diferenciá-la de Crepúsculo.
A série, durante sua primeira temporada, apresentava uma premissa simples: Dois irmãos, Stefan (Paul Wesley) e Damon (Ian Somerhalder) Salvatore que haviam disputado o amor da mesma mulher, a sedutora vampira Katherine Pierce (Nina Dobrev) no passado, retornam para Mystic Falls, onde passam a disputar o amor de uma versão "mais nova" de Katherine, a sedutora mortal Elena Gilbert (Nina Dobrev), que na mitologia da série é explicada como sendo uma duplicata/doppleganger da personagem; a cidade, que até, então, era pacata e normal, começa a ser permeada por acontecimentos sobrenaturais e ser ameaçada constantemente.

A série, durante sua primeira temporada, apresentava uma premissa simples: Dois irmãos, Stefan (Paul Wesley) e Damon (Ian Somerhalder) Salvatore que haviam disputado o amor da mesma mulher, a sedutora vampira Katherine Pierce (Nina Dobrev) no passado, retornam para Mystic Falls, onde passam a disputar o amor de uma versão "mais nova" de Katherine, a sedutora mortal Elena Gilbert (Nina Dobrev), que na mitologia da série é explicada como sendo uma duplicata/doppleganger da personagem; a cidade, que até, então, era pacata e normal, começa a ser permeada por acontecimentos sobrenaturais e ser ameaçada constantemente.
Após sete excelentes temporadas com vilões ótimos, onde os fãs foram "presenteados" com a introdução da vilã Katherine Pierce aos tempos modernos, afinal, durante a primeira temporada inteira a personagem apareceu apenas através de flashbacks que explicavam e revelavam mais sobre o passado dos irmãos Salvatore até o momento em que ambos foram transformados em vampiros; a introdução da mitologia dos vampiros Originais e do vilão Niklaus Mikaelson, que trilhou um longo caminho evolutivo até se tornar um anti-herói bom o suficiente para estrelar sua própria série no mesmo canal, The Originals; a transformação da protagonista Elena Gilbert em uma vampira durante o momento em que finalmente escolhido um dos irmãos; entre, outros elementos que foram muito importantes para a evolução da série em si.
No entanto, após seis temporada com uma trama bem explicada e com elementos bem definidos, a sétima temporada foi o ponto crucial para a perca de elementos fundamentais, além de ter sido um tanto quanto confuso a partir de seu terceiro arco que envolvia o personagem Julian como vilão; a introdução da personagem Rayna Cruz, uma caçadora sobrenatural com conexões com a Irmandade dos Cinco, uma ordem de caçadores sobrenaturais; e a introdução do The Armory/Arsenal, uma organização secreta de colecionadores, que embora, fosse um elemento fundamental para a oitava e última temporada não foi bem explicado durante os últimos episódios.
A sétima temporada começou de modo excelente, desenvolvendo os Hereges (Seres sobrenaturais, que na mitologia da série, são híbridos entre bruxos-sifões e vampiros) e Lily Salvatore, ambos elementos introduzidos durante os últimos episódios da sexta temporada; e a passagem de protagonismo para personagens, que até então eram coadjuvantes, mas, que possuíam importância na trama das temporadas, como Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Alaric Saltzman, afinal, na temporada anterior, a atriz Nina Dobrev (Elena Gilbert e Katherine Pierce), havia decidido deixar o elenco principal após o término do último episódio (I'm Thinking of You All the While).
Porém, os dois últimos arcos da sétima temporada não são totalmente ruins. Durante o decorrer dos episódios, desde a sexta temporada, houve um desenvolvimento maior do relacionamento entre os personagens Bonnie Bennett e Damon Salvatore, culminando em momentos marcantes nos dois últimos episódios da temporada, quando a personagem se torna uma caçadora após Rayna Cruz, em um sacrifício muito semelhante ao que a tornou uma caçadora, "transferir" sua última vida a bruxa, morrendo e transformando a outra em uma caçadora sobrenatural e a forçando a caçar seus próprios amigos.
Embora, esse seja um elemento que já tenha sido explorado anteriormente na quarta temporada, durante a transição de Elena Gilbert de humana para vampira, quando o personagem Jeremy Gilbert se tornou um caçador sobrenatural da Irmandade dos Cinco, ele continua a funcionar dentro da trama da série, mesmo que os fãs, por vezes, por sentir aquela sensação de já terem visto aquilo antes. Esse elemento poderia não funcionaria se acontecesse com os mesmos personagens envolvidos exatamente no mesmo contexto, mas, funciona quando são personagens diferentes envolvidos em um contexto diferente com uma proposta semelhante.

No entanto, após seis temporada com uma trama bem explicada e com elementos bem definidos, a sétima temporada foi o ponto crucial para a perca de elementos fundamentais, além de ter sido um tanto quanto confuso a partir de seu terceiro arco que envolvia o personagem Julian como vilão; a introdução da personagem Rayna Cruz, uma caçadora sobrenatural com conexões com a Irmandade dos Cinco, uma ordem de caçadores sobrenaturais; e a introdução do The Armory/Arsenal, uma organização secreta de colecionadores, que embora, fosse um elemento fundamental para a oitava e última temporada não foi bem explicado durante os últimos episódios.
A sétima temporada começou de modo excelente, desenvolvendo os Hereges (Seres sobrenaturais, que na mitologia da série, são híbridos entre bruxos-sifões e vampiros) e Lily Salvatore, ambos elementos introduzidos durante os últimos episódios da sexta temporada; e a passagem de protagonismo para personagens, que até então eram coadjuvantes, mas, que possuíam importância na trama das temporadas, como Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Alaric Saltzman, afinal, na temporada anterior, a atriz Nina Dobrev (Elena Gilbert e Katherine Pierce), havia decidido deixar o elenco principal após o término do último episódio (I'm Thinking of You All the While).
Porém, os dois últimos arcos da sétima temporada não são totalmente ruins. Durante o decorrer dos episódios, desde a sexta temporada, houve um desenvolvimento maior do relacionamento entre os personagens Bonnie Bennett e Damon Salvatore, culminando em momentos marcantes nos dois últimos episódios da temporada, quando a personagem se torna uma caçadora após Rayna Cruz, em um sacrifício muito semelhante ao que a tornou uma caçadora, "transferir" sua última vida a bruxa, morrendo e transformando a outra em uma caçadora sobrenatural e a forçando a caçar seus próprios amigos.
Embora, esse seja um elemento que já tenha sido explorado anteriormente na quarta temporada, durante a transição de Elena Gilbert de humana para vampira, quando o personagem Jeremy Gilbert se tornou um caçador sobrenatural da Irmandade dos Cinco, ele continua a funcionar dentro da trama da série, mesmo que os fãs, por vezes, por sentir aquela sensação de já terem visto aquilo antes. Esse elemento poderia não funcionaria se acontecesse com os mesmos personagens envolvidos exatamente no mesmo contexto, mas, funciona quando são personagens diferentes envolvidos em um contexto diferente com uma proposta semelhante.
A série começou sua oitava
e última temporada demonstrando que muitos dos elementos que antes eram
fundamentais para as temporadas anteriores eram passíveis de reparação
constante ou seja, elementos como morte, medo e risco não funcionavam mais
dentro da proposta da trama desta última temporada.
Essa temporada, com as demais temporadas, introduziu um inimigo, que é tido como invencível, mas, sempre ao pisar na cidade e ao se colocar diante dos protagonistas, é derrotado. Embora, tenha sido parcialmente boa, o enredo da temporada foi um tanto quanto confuso introduzindo o mito sobre sereias e o relacionado com a formação do Inferno, que perdurou durante os dezesseis episódios.
Com a introdução destes contextos, infelizmente, a série retornou a hábitos, que após algumas temporadas haviam se tornado cansativos, como "desligar/ligar a humanidade"; "quebrar ou realizar feitiços"; "visitar outras dimensões"; e "quase morrer/quase matar alguém importante para outro personagem, além de ter se entregado para um clichê presente em outros filmes e séries, a presença de um único artefato capaz de derrotar o inimigo, que desta vez, era o próprio diabo ou como chamado na série, Arcadius/Cade.
Embora, os contextos (Mito sobre sereias e a formação do Inferno) tenha sido introduzidos de modo confuso, o roteiro do último episódio (I Was Feeling Epic) tomou decisões acertadas em relação ao destino da maioria de seus personagens, além de realizarem "grandes viradas" durante o episódio. O roteiro também reservou um destino chocante a um dos irmãos Salvatore, mas, ao mesmo tempo em que isso aconteceu, lhe ofereceu espécie uma justiça poética, mesmo apelando para closes lacrimosos e a canções pop de fundo capazes de realizar um efeito emocional eficiente com seu público. E independente das bobagens sobre matar Arcadius/Cade e destruir o Inferno, além de desenvolverem as sereias como mensageiras de Cade, o final da série reencontrou uma dignidade ao falar sobre o que deveriam ter falado desde temporadas anteriores: amor entre dois irmãos que tinham tudo para se odiarem.
Essa temporada, com as demais temporadas, introduziu um inimigo, que é tido como invencível, mas, sempre ao pisar na cidade e ao se colocar diante dos protagonistas, é derrotado. Embora, tenha sido parcialmente boa, o enredo da temporada foi um tanto quanto confuso introduzindo o mito sobre sereias e o relacionado com a formação do Inferno, que perdurou durante os dezesseis episódios.
Com a introdução destes contextos, infelizmente, a série retornou a hábitos, que após algumas temporadas haviam se tornado cansativos, como "desligar/ligar a humanidade"; "quebrar ou realizar feitiços"; "visitar outras dimensões"; e "quase morrer/quase matar alguém importante para outro personagem, além de ter se entregado para um clichê presente em outros filmes e séries, a presença de um único artefato capaz de derrotar o inimigo, que desta vez, era o próprio diabo ou como chamado na série, Arcadius/Cade.
Embora, os contextos (Mito sobre sereias e a formação do Inferno) tenha sido introduzidos de modo confuso, o roteiro do último episódio (I Was Feeling Epic) tomou decisões acertadas em relação ao destino da maioria de seus personagens, além de realizarem "grandes viradas" durante o episódio. O roteiro também reservou um destino chocante a um dos irmãos Salvatore, mas, ao mesmo tempo em que isso aconteceu, lhe ofereceu espécie uma justiça poética, mesmo apelando para closes lacrimosos e a canções pop de fundo capazes de realizar um efeito emocional eficiente com seu público. E independente das bobagens sobre matar Arcadius/Cade e destruir o Inferno, além de desenvolverem as sereias como mensageiras de Cade, o final da série reencontrou uma dignidade ao falar sobre o que deveriam ter falado desde temporadas anteriores: amor entre dois irmãos que tinham tudo para se odiarem.
sábado, 15 de julho de 2017
Séries DC Comics - Sinopse - Notícias e Novidades - Parte 102.
Separamos dez elementos que devem ser explorados ou
apresentados novamente na terceira temporada de DC's Legends of Tomorrow, que irá estrear dia 10
de Outubro de 2017 no canal The CW nos Estados Unidos.

1º - Futuro pós-apocalíptico.
Assim com suas séries-irmãs, Arrow e The Flash, DC’s Legends of Tomorrow terminou sua segunda temporada com um gancho, talvez, mais complexo e mais “insano” que as demais. Em vez das merecidas férias em Aruba, as Lendas descobriram que a linha temporal está completamente “bagunçada” após os eventos do último episódio da segunda temporada e o futuro da série se tornou algo um tanto quanto caótico e quase pós-apocalíptico. Queremos um desenvolvimento deste futuro pós-apocalíptico e caótico, porque é uma ideia um tanto quanto interessante para se ser explorada nesta terceira temporada; rumores indicam que o personagem Kamandi poderá ser introduzido nesta temporada e se isso for verdade, o personagem será uma excelente adição a equipe de Lendas; além disso, será interessante ver um desenvolvimento maior do futuro na série, após duas temporadas com foco apenas no passado e no presente.

2º - Ameaças semelhantes à Legião do Mal.
1º - Futuro pós-apocalíptico.
Assim com suas séries-irmãs, Arrow e The Flash, DC’s Legends of Tomorrow terminou sua segunda temporada com um gancho, talvez, mais complexo e mais “insano” que as demais. Em vez das merecidas férias em Aruba, as Lendas descobriram que a linha temporal está completamente “bagunçada” após os eventos do último episódio da segunda temporada e o futuro da série se tornou algo um tanto quanto caótico e quase pós-apocalíptico. Queremos um desenvolvimento deste futuro pós-apocalíptico e caótico, porque é uma ideia um tanto quanto interessante para se ser explorada nesta terceira temporada; rumores indicam que o personagem Kamandi poderá ser introduzido nesta temporada e se isso for verdade, o personagem será uma excelente adição a equipe de Lendas; além disso, será interessante ver um desenvolvimento maior do futuro na série, após duas temporadas com foco apenas no passado e no presente.
2º - Ameaças semelhantes à Legião do Mal.
Após uma temporada com um vilão cansativo como Vandal Savage, DC’s
Legends of Tomorrow retornou para sua segunda temporada unindo os melhores
vilões de suas séries-irmãs (Flash-Reverso e Capitão Frio de The Flash, e
Malcolm Merlyn/Arqueiro Negro de Arrow), além de apresentar uma nova versão de
um dos vilões que mais foi um dos odiados pelos fãs por não ter tido um
desenvolvimento tão profundo em sua temporada (Damien Darhk). Durante essa
terceira temporada, a série terá que se superar em relação aos seus vilões para
apresentar uma equipe tão boa ou um antagonista a altura destes vilões.
3º -
Isis.
Poucos
meses após o término da segunda temporada de DC’s Legends of Tomorrow, foi
anunciado que a personagem Isis seria introduzida durante a terceira temporada
da série. Durante sua primeira temporada, a série possuiu inúmeras conexões com
o Egito Antigo, porém, os arcos mais chatos e cansativos da temporada eram
relacionados ao mesmo, a origem do vilão Vandal Savage (Introduzido durante o
crossover entre The Flash e Arrow) e os personagens Mulher-Gavião e
Gavião-Negro, que por não terem sido bem desenvolvidos se tornaram alvo de
muitas críticas por parte dos fãs. Torcemos para que o arco envolvendo Isis e o
Egito Antigo seja melhor desenvolvido e bem explorado.
4º -
Consertos Temporais.
Durante
algumas das entrevistas, a produção da série afirmou que as Lendas nesta
temporada vão servir como uma agência de investigação temporal, tentando
consertar todas as aberrações criadas pelas distorções temporais durante o
último episódio da segunda temporada. Isso pode ser muito legal de se
acompanhar ou pode ser um fato decisivo para mergulhar a série em uma dinâmica procedural
demais; esperamos que a primeira alternativa se confirme, afinal, DC’s Legends
of Tomorrow se aprovou que é uma série que ainda tem muita capacidade para
crescer.
5º -
Destino de Amaya.
Durante
a segunda temporada, a personagem Vixen foi introduzida como sendo membro da
Sociedade da Justiça da América e uma ancestral da Vixen introduzida durante a
quarta temporada de Arrow. Durante o decorrer da temporada, a personagem
descobriu mais sobre seu próprio destino e sobre o destino de sua vila, e após
descobrir essas informações sobre si mesma, presenciamos a personagem trilhar
um caminho diferente ao escolher permanecer com as Lendas em uma tentativa de
mudar seu próprio destino.
Essa,
como em qualquer outra série ou filme sci-fi, é uma das atitudes que mais pode
trazer consequências sérias e interessantes para a terceira temporada da série,
então, nós, fãs, estamos ansiosos para vermos com isso será desenvolvido
durante os episódios. Será que Amaya conseguirá mudar seu próprio destino? Será
que ao mudar seu próprio destino, Vixen apresentada em Arrow jamais existirá no
Arrowverso? Ou no final, ela aceitará seu destino?
6º -
Quanto mais insana, melhor.
O
que, provavelmente, os fãs mais desejam é que DC’s Legends of Tomorrow continue
essa terceira temporada sendo tão insana como foi sua segunda temporada.
Queremos ver mais viagens do século 30 para Camelot ou viagens para Lua na
Apollo XII; não importa como, queremos apenas que a série continue sendo
insana, continue se aceitando como uma série divertida e louca sobre viagens
temporais e uma equipe que embora disfuncional, também, por vezes, é uma
família de super-heróis.
7º -
Participações especiais.
Durante a primeira temporada, DC’s Legends of
Tomorrow permaneceu contida, focando apenas na derrota do vilão Vandal Savage e
tentando desenvolver a mitologia da Mulher-Gavião e do Gavião-Negro com pouquíssimas
participações especiais; durante a segunda temporada, as participações
especiais se tornaram maiores e mais divertidas de se verem, e esperamos que
isso continue a acontecer, e não apenas isso, que essas participações tenham
envolvimento no contexto principal da trama como aconteceu durante a segunda
temporada com J.R.R. Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis e O Hobbit, ou George
Lucas, criador de Star Wars. Além disso, esperamos ver mais participações dos
personagens da Sociedade da Justiça da América, Jonah Hex, e Cavaleiros da
Távola Redonda.
8º -
Referências históricas.
Também
esperamos que as referências históricas continuem aparecendo durante os
episódios como aconteceu durante a segunda temporada; com a introdução do
personagem Nate Heywood/Cidadão Gládio as referências históricas se tornaram
possíveis e a segunda temporada, como os fãs esperavam, não foi contida, ao
contrário de sua primeira temporada como mencionado anteriormente.
9º -
Versões alternativas.
Durante
a primeira e a segunda temporada de DC’s Legends of Tomorrow, não houve a
introdução de versões alternativas de personagens conhecidos do Arrowverso ao
contrário do acontece em suas séries-irmãs, principalmente em The Flash, onde a
maioria das versões alternativas são introduzidas. Seria interessante ver uma
versão alternativa de Martin Stein da Terra-3 interagindo com sua versão da
Terra-1 ou Sara Lance interagindo com a versão alternativa da Terra-2 de Laurel
Lance, a vilã Sereia Negra, como vem sendo prometido desde o término das
temporadas. Esperamos que as versões alternativas comecem a ser introduzidas
nesta terceira temporada e não apenas versões alternativas, versões passadas como a Sara Lance adolescente que apareceu na primeira temporada e versões futuras como o Oliver Queen envelhecido que apareceu na mesma temporada.

10º
- Terras paralelas.
Seria
interessante se nesta temporada, DC’s Legends of Tomorrow “expandisse seus
horizontes” em direção as Terras paralelas; vê-los atravessando o Multiverso
com Waverider seria algo extremamente interessante, assim como vê-los
interagindo com outros povos, talvez avanços cultural e tecnologicamente ou
não. Esperamos que nesta temporada o conceito do Multiverso comece a ser
introduzido aos poucos.
Vingadores: Guerra Infinita (Avengers: Infinity War) - Notícias e Novidades - Parte 5.
Após inúmeros anúncios envolvendo a Disney, diversos atores do
Universo Cinematográfico Marvel (UCM) se juntaram para finalizar o painel. Após
falarem sobre as gravações de Vingadores: Guerra Infinita, foi exibido um
teaser do filme, que provavelmente não será lançado oficialmente na Internet.
Abaixo está a descrição do teaser de Vingadores: Guerra Infinita exibido
durante o painel do Marvel Studios durante a D23:
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Pretty Little Liars (Noite Especial) - Series Finale - Parte 1.

Essa noite, após um especial de quase três horas de duração, uma
das séries mais famosas e populares do mundo, Pretty Little Liars, baseada nos
livros de mesmo nome da autora Sara Shepard deixará milhares de fãs, após 160
episódios marcados por revelações e cenas e tramas emocionantes capazes de
prender os fãs as telas das televisões e dos computadores até o último minuto
de cada episódio. Abaixo, estão reunidas as revelações mais marcantes das sete
temporadas.
1º - Mona Vanderwaal como –A Original.
Por mais que para os fãs da série que já haviam lido os livros de
mesmo nome não tenha sido uma surpresa a personagem Mona Vanderwaal ter sido
revelada como –A, foi uma surpresa para os demais fãs que ou não tinham
interesse em ler os livros ou não tinham conhecimento dele. O modo como a cena
se desenrolou com Spencer Hastings encontrando os casacos de cashmere e uma
embalagem de chiclete em meio a um dos diários de Alison DiLaurentis foi
extremamente interessante e envolvente culminando em um final onde a mesma
recebeu uma oferta de se unir ao Team –A/Equipe –A de Mona. Enquanto nos
livros, após a revelação a personagem morreu, na série, a personagem foi
enviada para o sanatório Radley, onde se tornou uma personagem fundamental para
o desenvolvimento de um novo jogo com um novo –A, que parecia ser ainda mais
perigoso e inteligente.
2º - CeCe Drake/Charlotte DiLaurentis como –A.
Após a revelação de Mona como –A, um novo –A surgiu, desta vez,
mais perigoso e inteligente que sua antecessora e durante o décimo episódio (Game Over, Charles),
descobrimos que a identidade por trás da máscara deste novo –A era CeCe Drake,
uma personagem que havia sido introduzida durante os primeiros episódios da
terceira temporada, e embora, estivesse envolvida em mistérios, jamais imaginaríamos
que ela seria –A, que estava por trás dos perigos enfrentado pelas protagonistas desde a terceira temporada.

3º - Quem assassinou Jessica DiLaurentis? Identidade do assassino (a) revelada.

3º - Quem assassinou Jessica DiLaurentis? Identidade do assassino (a) revelada.
Durante o décimo quarto episódio da sétima temporada (Power Play),
Peter Hastings revelou a sua filha, Spencer Hastings, que Mary Drake foi à casa
dos Hastings a procura de vingança. Sua irmã gêmea, Jessica DiLaurentis, havia
revelado que seu filho, Charles DiLaurentis, estava morto, porém, Mary sabia
que ele estava vivo e havia se tornado Charlotte DiLaurentis. Ela criou um
plano de vingança contra sua irmã gêmea e pediu para que Peter a ajudasse na
execução, mas, o personagem se recusou, a fazendo se voltar contra ele. A
personagem, então, trocou os remédios de Peter com os de Jessica, a
assassinando e em seguida, a enterrando no quintal dos Hastings, onde foi
encontrada na quinta temporada.

4º - Quem assassinou Charlotte DiLaurentis? Identidade do
assassino (a) revelada.
Durante o décimo nono episódio da sétima temporada (Farewell, My
Lovely), foi revelada a verdadeira identidade do assassino de Charlotte
DiLaurentis, mistério que vinha sendo mantido desde o décimo nono episódio da
sexta temporada (Of Late I Think of Rosewood). Além da verdadeira identidade do
assassino, também foi revelada sua motivação e como tudo se desenrolou. Após
ser liberada do Hospital Psiquiátrico Welby, após os cinco anos entre sua
revelação como –A em Game Over, Charles e seu assassinato em Of Late I Think of
Rosewood, Charlotte se encontra com Mona na torre do sino, e após uma
discussão, Mona tenta forçá-la a pular do alto, para forjar um suicídio, mas,
no último minuto, desisti. Charlotte, então, inicia um combate corpo a corpo
com Mona, que acidentalmente, a assassina, ao empurrá-la contra uma barra de
ferro na parede.
5º - Revelação de Mary Drake como sendo a mãe biológica de Spencer
Hastings.
Durante os minutos finais do décimo episódio da sétima temporada (The
DArkest Knight), Mary Drake aparece para Spencer Hastings, após a personagem
ser baleada por A.D., e revela ser sua mãe biológica. No passado, Mary se
passou por sua irmã gêmea, Jessica DiLaurentis, e engravidou de Peter Hastings
antes de ser enviada para o Sanatório Radley por sua própria irmã; Verônica
Hastings, mesmo sabendo a verdade sobre as traições de seu marido, adotou a
criança e a criou como sua própria filha, junto de sua filha biológica,
Melissa.
6º - Revelação que Mona Vanderwaal estava viva e estava presa na
Casa de Bonecas.
Durante o décimo segundo episódio da quinta temporada (Taking This
One to the Grave), Mona foi assassinada por –A/Charlotte DiLaurentis, após a
mesma invadir sua casa, o que deixou milhares de fãs tristes, mas, durante o
último episódio da mesma temporada (Welcome to the Dollhouse), tanto os fãs
quanto os protagonistas foram surpreendidos com a revelação de que a personagem,
na verdade, ainda estava viva e havia sido apenas sequestrada.
7º - Revelações dos verdadeiros acontecimentos da noite do
desaparecimento de Alison DiLaurentis.
Durante o último episódio da quarta temporada (A is for Answers),
finalmente os fãs descobriram tudo o que aconteceu na noite do desaparecimento
de Alison. Foi chocante descobrir que ela foi enterrada por sua própria mãe,
Jessica, para proteger alguém, que futuramente foi revelado como sendo
Charlotte DiLaurentis, assim como também foi chocante descobrir que Ezra, uma
vez, foi apaixonado por Alison.

8º - Revelação de Sara Harvey como Casaco Vermelho.
Durante o décimo episódio da sexta temporada (Game Over,Charles),
foi revelado que a personagem Sara Harvey, que havia sido introduzida no
primeiro episódio da mesma temporada (Game On, Charles), e havia se tornado um
novo par romântico para a personagem Emily Fields, era, na verdade, Casaco
Vermelho. Essa foi uma das revelações que gerou mais polêmica entre os fãs,
afinal, muitos deles esperavam que a vilã fosse uma personagem que estivesse
presente na série desde as primeiras temporadas e não uma personagem que havia
sido introduzida há apenas nove episódios e não havia sido muito bem explorada, mas, ainda sim, foi uma revelação muito marcante.

9º - Revelação que Alison DiLaurentis estava viva.
Durante os minutos finais do décimo terceiro episódio da quarta
temporada (Grave New World), Alison DiLaurentis, sob o casaco vermelho,
finalmente se revelou viva para as protagonistas, após as mesmas retornarem de
Ravenswood, comprovando que as aparições da personagem nas temporadas
anteriores não eram apenas fruto da imaginação delas, mas, sim, algo que estava
realmente acontecendo. Além disso, foi durante essa cena, que a personagem diz
sua marcante frase: “Did you miss me?”.

10º - Revelação de Alex Drake, irmã gêmea de Spencer Hastings,
como A.D.
Durante o último episódio da última temporada da série (Til DeAth
PArt Do Us), a verdadeira identidade de A.D. foi revelada. Após ser sequestrada
por Mona Vanderwaal, Spencer desperta em um bunker subterrâneo e descobre que
A.D. é, na verdade, sua irmã gêmea, Alex Drake. Alex se tornou A.D. após o
assassinato de sua meia-irmã mais velha, Charlotte DiLaurentis, durante o
décimo primeiro da sexta temporada (Of Late I Think of Rosewood) e sua única
motivação era descobrir quem a havia assassinado, mas, então, o mesmo que
aconteceu com suas antecessoras, aconteceu com ela, se tornou viciada no jogo
de –A e após um ano, retornou para Rosewood para assumir o lugar de sua irmã
gêmea, Spencer Hastings.
sábado, 17 de junho de 2017
Séries DC Comics - Sinopse - Notícias e Novidades - Parte 101.
Em 2012, quando o primeiro episódio da primeira temporada de Arrow
foi lançado, poucas pessoas poderiam imaginar que em tão pouco tempo seríamos
apresentados a um universo de séries de super-heróis da DC Comics na televisão
que é composto por The Flash, DC’s Legends of Tomorrow e Supergirl. No ano
anterior, nós, fãs, fomos presenteados com um excelente crossover entre as
quatro séries que compõem o Arrowverso e abaixo, separamos cinco possíveis
tramas que podem ser exploradas no próximo crossover.
1º - O Ataque das Amazonas.
É pouco provável que em um futuro próximo a Mulher-Maravilha da
atriz Gal Gadot ou a própria Mulher-Maravilha (Interpretada por outra atriz)
aparece em uma das séries do Arrowverso, mas, isso não impede que parte de sua
mitologia seja introduzida neste universo de super-heróis. Lian Yu foi um dos
elementos mais bem explorados e desenvolvidos da mitologia de Arrow durante as
cinco temporadas, é muito provável que o mesmo desenvolvimento acontecesse se
Themyscira ou Ilha Paraíso fosse introduzida.
O enredo deste arco dos quadrinhos é simples; após a
Mulher-Maravilha/Diana Prince ser levada contra sua vontade pelo governo norte-americano,
a Rainha Hipólita lidera as Amazonas em um ataque aos Estados Unidos e no
final, tudo acaba sendo revelado como parte de um plano desenvolvido por uma
das maiores inimigas das guerreiras, a feiticeira e divindade Circe. Tudo o que
seria necessário para a adaptação do arco ao Arrowverso, seria a substituição
de Mulher-Maravilha por qualquer outro personagem, tanto da mitologia da
heroína quanto relacionado a ela, e então, teríamos durante o primeiro episódio
do crossover o combate entre os heróis do Arrowverso e as Amazonas, e nos
episódios seguintes, a revelação do plano de Circe ou qualquer outra vilã da
mitologia da Mulher-Maravilha, e a união entre os heróis e as guerreiras para
derrotar a feiticeira. Além disso, após o crossover, uma das Amazonas poderia
permanecer no mundo dos homens e se unir ao elenco de DC’s Legends of Tomorrow,
onde possuiria espaço para um desenvolvimento maior ou ao de The Flash ou até
mesmo de Supergirl. Seria interessante ver a Garota de Aço trabalhando ao lado
de uma Amazona em National City.
2º - Crise de Identidade.
Neste arco dos quadrinhos, não ocorreu à destruição da Terra,
podemos dizer que foi um arco mais pessoal para cada personagem. Nesta trama,
após um assassinato de um super-herói, os demais heróis percorrem a Terra
tentando descobrir a verdadeira identidade do assassino, é revelado que muitos
dos heróis, após terem suas identidades reveladas para os vilões, apagam as
memórias dos mesmos para que não se lembrem. É uma trama simples, mas, que
provavelmente funcionaria, afinal, ao contrário dos filmes e séries do UCM
(Universo Cinematográfico Marvel) onde não há um desenvolvimento constante em
relação a identidades secretas, os protagonistas das séries do Arrowverso ainda
não se preocupam em manter suas identidades no anonimato. A trama no crossover
poderia funcionar da seguinte forma, um assassino ou assassina está
assassinando as versões alternativas de um personagem como Harrison Wells ou
Felicity Smoak, após descobrirem isso, os heróis teriam que correr contra o
tempo para descobrirem a verdadeira identidade do assassino, antes que a versão
que eles conhecem e possuem laços tanto amorosos quanto aqueles que são
formados pelo sentimento de família fosse assassinada.

3º - Torre de Babel.
O Arqueiro Verde/Oliver Queen é, praticamente, a versão de
Batman/Bruce Wayne para o Arrowverso. A trama de Torre de Babel revela que
Batman possuía um plano de contingencia para cada um dos membros da Liga da
Justiça para o caso de um deles perder o controle de seus poderes ou ser
possuído (a) por uma entidade ou vilão; durante a trama, um vilão consegue
roubar os planos de contingencia de cada um dos membros da equipe e começa a
usá-los, derrotando um a um. No final do arco, o vilão é derrotado e Batman sai
da Liga da Justiça. Seria interessante ver a quebra da confiança dos demais
heróis do Arrowverso com Oliver, após descobrirem que o mesmo possuía planos de
contingencia para cada um deles, e seria excelente ver os inúmeros vilões e
vilãs introduzidos nas séries se unindo, após conseguirem o que era necessário
para derrotarem os seus inimigos.
4º - Armageddon.
Uma trama interessante que poderia abrir mais espaço para DC’s
Legends of Tomorrow no crossover. Na trama, um herói se volta contra todos os
seus colegas e os assassina, se tornando deste modo um ditador global conhecido
como Monarca. Um homem volta ao passado para tentar descobrir a verdadeira
identidade do Monarca e o deter antes de se voltar contra os seus próprios
colegas e os matar. Seria uma trama interessante para se ver explorado no
crossover e não precisaria de muitas explicações, afinal, os conceitos de
linhas temporais e viagens temporais vendo sendo desenvolvidos há muito tempo
no Arrowverso. Os heróis poderiam ser enviados ao futuro ou a uma linha temporal diferente, onde um deles enlouqueceu, assassinou seus colegas e se tornou o Monarca. Seria interessante vê-los enfrentando uma pessoa, que no passado, havia sido um colega e parte da família do Arrowverso.

5º - União dos Vilões.
Esse é um arco antigo dos quadrinhos, mas, que funcionaria
extremamente bem como trama para episódios-crossover. Essa é provavelmente a
trama mais simples, mas, que se fosse desenvolvida, poderia ser uma das
melhores; basicamente, nos quadrinhos, os vilões se uniram para derrotarem os
seus inimigos, os heróis, e dominarem a Terra. No Arrowverso, principalmente
Arrow, Supergirl e The Flash, os fãs já foram apresentados a inúmeras
super-prisões cheias de meta-humanos e criminosos doentios que se possuíssem a
chance de saírem, não pensariam nem mesmo duas vezes antes de irem atrás de
seus inimigos para finalmente derrotá-los. Seria interessante ver com os heróis
de Arrow se adaptariam aos vilões meta-humanos de Flash (Isso foi apresentado
rapidamente durante a quinta temporada com a introdução da vilã meta-humana
Sereia Negra) e os heróis de The Flash aos vilões de Arrow. Em vez de
apresentar ameaças alienígenas como os Dominadores, a The CW poderia unir os
vilões e as vilãs já introduzidos e mostrar em quatro ou três episódios, os
heróis alcançando seus limites para tentar derrotá-los. Há também a chance da
união desta trama com a trama de Torre de Babel, um vilão consegue os planos de
contingencia de Oliver, resgata os vilões de suas super-prisões e então, eles
se unem para derrotar os seus inimigos.
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Séries DC Comics - Sinopse - Notícias e Novidades - Parte 100.
Separamos oito elementos que devem ser explorados ou
apresentados novamente na quarta temporada de The Flash, que irá estrear dia 10 de
Outubro de 2017 no canal The CW nos Estados Unidos.
1º - Nevasca como anti-heroína.
Durante os primeiros minutos do décimo nono episódio da terceira
temporada de The Flash, a personagem Caitlin Snow se tornou definitivamente a
vilã Nevasca, após ter sofrido um acidente durante a aparição do vilão Abra
Kadabra em Central City, e após escapar dos Laboratórios S.T.A.R, a vilã se
uniu ao vilão principal da temporada, Savitar. Após o vilão-velocista ter sido
derrotado, Caitlin se tornou boa novamente, salvado Cisco até mesmo durante a
batalha final do último episódio, mas, permaneceu com os seus poderes e o seu
visual de Nevasca. Após o enterro de H.R. Wells, versão alternativa de Harrison
Wells da Terra-19, Cisco junto de Julian Albert e Barry Allen ofereceu uma
chance de Caitlin retornar a Equipe Flash e ingerir a cura para seus poderes
meta-humanos, mas, a personagem recusou e então, seguiu seu próprio caminho sem
necessariamente ser uma vilã ou uma heroína. Seria interessante ver uma versão
anti-heroína de Nevasca semelhante a sua contraparte dos quadrinhos nesta nova
fase da DC Comics, Renascimento/Rebirth, onde a vilã, mesmo tendo se tornado
membro do Esquadrão Suicida, parece estar procurando um caminho de rendição.
Seria muito interessante se vermos, já no primeiro episódio da próxima
temporada, Nevasca caminhando pelas sombras de Central City, salvando pessoas
de um lado, enquanto Wally West, após assumir o manto de Flash, salvando
pessoas do outro lado, até o caminho entre eles se cruzarem.

2º - Wally West como Flash por mais de um episódio.
O primeiro episódio da terceira temporada começou com uma
adaptação do arco dos quadrinhos Flashpoint/Ponto de Ignição, onde, nós, fãs,
vimos pela primeira vez Wally West, que havia sido introduzido na segunda
temporada, com poderes de velocidade e como Flash de Central City, enquanto
Barry Allen, Flash desde a primeira temporada, ainda possuía os poderes de
velocidade, mas, não os usava. Esperamos que nesta quarta temporada, possamos
ver Wally atuando como Flash por mais de um episódio. É interessante vê-lo atuando
como Kid Flash, mas, seria ainda mais interessante vê-lo honrando o manto deixado
por Barry Allen antes de ser levado pela personificação de Nora Allen para a
Força de Aceleração e como ele irá reagir com o peso de mais responsabilidades,
afinal, ele se tornará o Flash de Central City, o herói mais consagrado da
cidade.
3º - Exploração de outras Terras do Multiverso.
Desde a segunda temporada da série, quando o conceito de
Multiverso foi apresentado pela primeira vez no Arrowverso, vimos apenas duas
de cinquenta e duas Terras do Multiverso, Terra-2 (Onde os heróis são vilões
como Caitlin Snow e Cisco Ramon, e vilões são heróis como Capitão Frio) e Terra-3
(Onde o Flash é Jay Garrick, a versão alternativa de Henry Allen e tanto os
vilões quanto os heróis parecem ser mais velhos), mas, apenas uma delas foi
explorada e de certo modo desenvolvida, que foi a Terra-2, onde nós, fãs, vimos
uma versão alternativa dos Laboratórios S.T.A.R., onde ele foi reconstruído
após a explosão do Acelerador de Partículas, Gorilla City e uma versão
alternativa de Central City que apresentava ser mais futurística e dourada.
Seria mais interessante, principalmente nesta temporada, a aparição e o
desenvolvimento de outras Terras com, se possível, a introdução de versões
alternativas de personagens conhecidos do Arrowverso. Quero dizer, Wally ou
Barry e a Equipe Flash poderia viajar até a Terra-31 ou qualquer outra Terra e
encontrar a Poderosa, versão alternativa de Supergirl, que nos quadrinhos é da
Terra-2. 

4º - Cigana como membro da Equipe Flash.
Uma das melhores personagens introduzidas nesta terceira temporada
foi Cigana, que conseguiu agradar, praticamente, todos os fãs. Esperamos,
sinceramente, que ela continue na próxima temporada, o que provavelmente
acontecerá, assim como a permanência de Harrison Wells da Terra-2, afinal, a
Equipe Flash perdeu muito de seus membros ao decorrer dos episódios como
Caitlin, Barry e H.R. Wells. Se ela permanecer como membro da equipe, seria
interessante acompanhar o desenvolvimento de seu relacionamento amoroso com
Cisco; o desenvolvimento de ambos como um casal no campo de batalha; o
desenvolvimento de uma relação professora-aluno com Cisco, afinal, nesta
terceira temporada, descobrimos que o personagem não possuí controle total de
seus poderes meta-humanos; e o desenvolvimento da dinâmica da personagem com os
demais membros da equipe. Se Cigana permanecer na Terra-1, claramente será uma
excelente adição a Equipe Flash. 
5º - Um novo vilão principal.
Após três temporadas com os vilões principais sendo velocistas
(Flash-Reverso na primeira temporada; Zoom na segunda temporada e Savitar na
terceira temporada), seria interessante ver um vilão principal sem poderes de
velocidade. As sementes para isso começaram a ser plantadas ainda durante os
primeiros episódios da terceira temporada com a introdução do vilão Doutor
Alquimia, que acabou se revelando como sendo Julian Albert que estava sob o
controle de Savitar. Se Barry não houvesse retornado ao passado e salvo sua
mãe, Nora Allen, de ser assassinada pelo Flash-Reverso nos minutos finais do
último episódio da segunda temporada, mas, sim nos minutos finais do último episódio
da terceira temporada após derrotarem Savitar, seria interessante ver os
roteiristas usando o Doutor Alquimia como vilão principal, um homem mascarado
caminhando nas sombras de Central City, fazendo uso da Pedra Filosofal para
atribuir poderes meta-humanos as pessoas que os possuíam no Flashpoint/Ponto de
Ignição. Provavelmente na quarta temporada, finalmente teremos um vilão que não
terá poderes de velocidade; durante os episódios finais desta temporada, um
nome começou a ser mencionado inúmeras vezes. Esse nome é Clifford DeVoe, que
nos quadrinhos é um vilão conhecido como Pensador e é inimigo, na verdade, de
Jay Garrick. Esperamos que nesta quarta temporada, o Pensador seja o vilão
principal, será interessante ver Barry ou Wally lutar contra um inimigo que não
possuí poderes de velocidade, mas, sim poderes telecinéticos, telepáticos e
controle mental.

6º - Maior presença de Jesse Quick.
Durante a segunda temporada fomos introduzidos a personagem Jesse
Quick através de Harrison Wells, a versão alternativa de Wells da Terra-2, e na terceira temporada descobrimos que a
explosão causada pela tentativa de Barry conseguir seus poderes de velocidade
novamente após Zoom tê-los “roubado” afetou Jesse, a fazendo se tornar uma
velocista conhecida dos quadrinhos, Jesse Quick. O único problema é que, quando
descobrimos que a personagem havia se tornado uma velocista pensamos que ela
possuiria mais espaço dentro da trama da série, aparecendo em quase todos os episódios da temporada, mas, infelizmente isso não
aconteceu. Esperamos sinceramente que com Barry preso na Força de Aceleração, Wally peça ajuda para Jesse para manter Central City da Terra-1 a salvo de inimigos, tanto os que já foram introduzidos nas temporadas anteriores quanto os que ainda serão introduzidos como possivelmente DeVoe; além disso, também seria interessante ver o desenvolvimento da dinâmica entre Jesse e Wally no campo de batalha, já que ambos ainda são, de certo modo, inexperientes.

7º - Um novo uniforme para Barry Allen.
Durante o décimo nono episódio, Barry foi para o futuro, mais
precisamente para 2024, onde se encontrou com sua versão futurística que havia
deixado de ser o Flash após derrotar Savitar, após o mesmo ter assassinado sua
amada, Iris West. Durante a luta contra a vilã Pião e o vilão Mestre dos
Espelhos, introduzidos durante os primeiros episódios da terceira temporada,
que haviam dominado Central City, vimos à versão futurística do uniforme de
Flash. Seria interessante ver Barry de nosso presente usando um uniforme
semelhante aquele após ser libertado da Força de Aceleração, que esperamos que
aconteça após os primeiros episódios, após vermos Wally West como Flash de
Central City. Talvez, Barry retorne da Força de Aceleração e Cisco revela que
já estava projetando um novo uniforme para ele.
8º - Reunião da Galeria dos Vilões.
Durante a primeira temporada da série, icônicos vilões como
Capitão Frio, Onda Térmica, Trapaceiro, Patinadora Dourada, Flautista e Mago do
Tempo foram introduzidos; na segunda temporada de Arrow, Capitão Bumerangue, um
icônico vilão do Flash, foi introduzido, mas, possivelmente, o personagem
morreu durante a explosão de Lian Yu no último episódio da quinta temporada de
Arrow; e na terceira temporada de The Flash, Pião, Abra Kadabra e Mestre dos
Espelhos, outros vilões do Velocista Escarlate foram introduzidos. O que esses
vilões têm em comum? Todos eles são membros da conhecida Galeria dos Vilões do
Flash. Com a introdução destes personagens, seria interessante vê-los se unindo
para tentarem dominar Central City; Capitão Frio morreu e Onda Térmica está em
um caminho de redenção em DC’s Legends of Tomorrow, mas, em uma série cheia de
viagens temporais, seria fácil uni-los novamente. Se esses vilões se unirem,
esperamos ver o desenvolvimento da dinâmica entre eles com Capitão Frio sendo o
líder da equipe e estabelecendo as três principais regras.
Assinar:
Postagens (Atom)